Você já tentou relaxar, sentir prazer, se conectar com o próprio corpo… mas algo parecia travar?
Muitas vezes, não é falta de desejo. Não é o estímulo errado.
É vergonha.
A vergonha do próprio corpo é um dos maiores bloqueadores do prazer, especialmente do prazer feminino e quase ninguém fala disso de forma honesta.
De onde vem essa vergonha?
Ela não nasce com a gente.
Ela é ensinada.
Desde cedo, aprendemos que:
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o corpo feminino deve ser “controlado”
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sentir prazer é feio, errado ou exagerado
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certas partes do corpo não devem ser tocadas, vistas ou exploradas
Crescemos ouvindo críticas, comparações, padrões irreais e isso cria uma relação de vigilância constante com o próprio corpo.
O resultado?
Mesmo sozinha, muitas mulheres não conseguem se soltar.
Corpo tenso, prazer bloqueado
O prazer precisa de relaxamento.
E relaxamento não acontece quando a mente está ocupada com pensamentos como:
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“Minha barriga está aparecendo”
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“Será que meu corpo é estranho?”
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“Estou fazendo isso do jeito certo?”
Quando a cabeça entra nesse modo de julgamento, o corpo responde com tensão.
E corpo tenso sente menos.
Não é frescura.
É fisiologia.
Autoprazer também é sobre reconciliação
Masturbação não é só estímulo físico.
É um momento de intimidade consigo mesma.
E, muitas vezes, o primeiro passo não é sentir prazer é permitir-se estar ali, sem julgamento:
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sem apagar a luz por vergonha
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sem se comparar
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sem pressa
Olhar, tocar, sentir curiosidade pelo próprio corpo é um ato de reconciliação.
✨ O papel dos brinquedos nesse processo
Brinquedos não existem só para “dar orgasmo”.
Eles ajudam a:
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tirar o foco da performance
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criar novas sensações
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transformar o toque em descoberta
Quando o prazer vira exploração, a vergonha perde espaço.
É sobre aprender o que você gosta não sobre corresponder a um padrão.
Prazer não exige um corpo perfeito
Não existe corpo “ideal” para sentir prazer.
Existe corpo real.
Com marcas, dobras, histórias, fases.
E todos eles são capazes de sentir prazer profundo quando há segurança, curiosidade e acolhimento.
O prazer começa quando você para de se observar de fora…
e começa a habitar o próprio corpo.
