Existe um fenômeno curioso.
No Carnaval, na balada, em viagens, muitas mulheres:
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Se sentem mais ousadas
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Se permitem mais
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Usam roupas que normalmente não usariam
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Tomam iniciativa
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Flertam sem medo
Mas no dia a dia… voltam para a versão contida.
Por quê?
O ambiente libera, mas o bloqueio é interno
A verdade é que você não vira outra pessoa na festa.
Você só para de se vigiar.
O julgamento social diminui.
A cobrança interna afrouxa.
O “o que vão pensar?” fica mais distante.
E quando isso acontece, sua sensualidade aparece.
Então a pergunta não é:
“Por que eu só sou assim no Carnaval?”
A pergunta é:
“Por que eu não me permito ser assim na terça-feira comum?”
Sensualidade não é figurino. É postura interna.
Você não precisa de glitter para:
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Se sentir desejável
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Criar clima
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Ter presença
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Se priorizar
A autoconfiança verdadeira é aquela que existe quando ninguém está olhando.
Como trazer essa energia para o cotidiano?
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Crie pequenos rituais só seus.
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Use algo que te faça sentir gostosa mesmo sem plateia.
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Transforme uma noite comum em experiência sensorial.
Porque sensualidade não é evento.
É identidade.
